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Israel critica apoio europeu ao Irão

Israel critica apoio europeu ao Irão
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O acordo nuclear com o Irão e o papel deste país no Médio Oriente têm causado tensão entre a União Europeia e vários dos seus aliados, entre os quais os EUA e Israel, muito críticos do regime de Teerão.

Na assembleia-geral da ONU, o presidente francês, Emmanuel Macron, leva a cabo uma ofensiva diplomática para promover o diálogo entre as partes.

A euronews quis saber a opinião de Gilad Erdan, o ministro para a Segurança Pública de Israel, de visita a Bruxelas.

"Estamos desapontados com a atitude do presidente Macron. No momento em que ele fazia esforços para garantir milhares de milhões de dólares para o Irão, que é o maior apoinate do terrorismo no mundo, o regime iraniano planeava um ataque a Israel com drones", disse Gilad Erdan.

O ministro do governo ultraconservador israelita reitera que o país está muito mais satisfeito com a linha dura dos EUA, que abandonou o acordo nuclear com o Irão e reimpôs sanções económicas.

"Apoiamos a política do presidente norte-americano, de toda a administração Trump, que coloca uma forte pressão económica, com sanções. Isso é que poderá convencer o Irã a voltar à mesa das negociações, que poderá, talvez, levar a uma mudança do regime ou dos termos do acordo", acrescentou.

Mas a União Europeia ainda não desistiu de salvar o acordo nuclear de 2015, negociado pela sua chefe da diplomacia, Federica Mogherini, com a ajuda da Alemanha e dos cinco membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU.