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Portugueses são mau exemplo no uso de telemóvel ao volante

Portugueses são mau exemplo no uso de telemóvel ao volante
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Os portugueses estão a destacar-se, mas não no bom sentido. Um estudo recente revela que três quartos dos condutores continuam a usar o telemóvel durante as viagens, muito mais do que espanhóis e britânicos, por exemplo. Apenas 13% dos condutores portugueses diz deixar completamente de lado o telemóvel quando pega no volante.

As campanhas de prevenção sucedem-se, mas os números não acompanham. E se falarmos nos números portugueses, o cenário piora.

Um estudo recente, apoiado pela Prevenção Rodoviária Portuguesa, ("Global Driving Safety Survey", organizado pela Liberty Seguros), comparou o uso do telemóvel ao volante, incluindo mãos livres, com irlandeses, americanos, franceses, espanhóis e britânicos. De todos, os portugueses surgem claramente destacados : 74%.

"O aumento do risco para ter um acidente estando a falar ao telemóvel, seja mãos livres ou na mão, é quase igual. O que depende é a distração provocada pela conversa que se está a ter. Os Estados e a indústria têm de se sentar à mesa e chegar a um entendimento sobre o que é aceitável instalar num automóvel e aquilo que não é aceitável", explica José Manuel Trigoso, presidente da Prevenção Rodoviária Portuguesa.

Os espanhóis estão cerca de 20% atrás dos portugueses, nesta matéria, e os britânicos quase 30%. Um dos obstáculos assumidos para eventualmente penalizar o sistema de mãos livres é a dificuldade de identificar os condutores durante a utilização.

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