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Morte associada a cigarros eletrónicos na Bélgica

Morte associada a cigarros eletrónicos na Bélgica
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Cigarros eletrónicos e canabidiol (CBD), um derivado da canábis. A combinação está, mais uma vez, a ser apontada como possível causa de morte.

Desta vez foi na Bélgica. Raphael, de 18 anos, poderá ter sido a primeira vítima destes aparelhos no país.

Nos Estados Unidos, já morreram seis pessoas por causa do uso de produtos relacionados com cigarros eletrónicos. Em setembro, Donald Trump anunciou que quer banir temporariamente o uso de cigarros eletrónicos com sabor.

Este caso é o primeiro conhecido na Europa.

Mathieu Capoue, porta-voz do Serviço Público de Saúde da Bélgica, revelou que “as informações fornecidas pelas autoridades norte-americanas mostram uma ligação entre a vitamina E presente em certos óleos de canabidiol e os problemas encontrados nos Estados Unidos”. 

Capoue sublinha que a vitamina E é proibida nos líquidos vendidos na Bélgica.

Questionada sobre o assunto no parlamento, a ministra da Saúde disse que “há controlos regulares nas lojas que vendem cigarros eletrónicos. O governo já encerrou alguns e impediu outros de abrir”.

Num relatório divulgado em julho, a Organização Mundial da Saúde garantiu que não há dúvidas: os cigarros eletrónicos são nocivos e não podem ser aconselhados como método para parar de fumar.

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