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Atravessar o Alântico numa prancha

Atravessar o Alântico numa prancha
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Gábor Rakonczay
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De pé, numa prancha de paddle, é como o aventureiro húngaro, Gábor Rakonczay, quer atravessar o Oceano Atlântico. Para isso, construiu um modelo de prancha especial do oceano, sem cabine, com apenas alguns compartimentos de armazenamento de comida.

A viagem tem uma previsão de dois meses, desde as Ilhas Canárias até Antígua, numa rota de aproximadamente 5.000 quilómetros.

"Acho que haverá quatro dias em dois meses, do que podemos dizer que seja uma tempestade. Haverá uma semana ou duas que será, digamos, desconfortável, por isso não há muito perigo envolvido, mas às vezes deseja-se estar em qualquer outro lugar, porque as ondas estão constantemente a bater, o vento está sempre a soprar e simplesmente não é confortável. Mas, de resto, é pura alegria".

Se tiver sucesso, será o primeiro no mundo a viajar da Europa para a América numa prancha de Stand-up paddle, adaptada.

A ideia é reduzir ao mínimo o equipamento para facilitar as coisas. Além da comida, Gábor só transporta algum equipamento de comunicação e sobrevivência. Leva também um purificador de água que pode ser usado para produzir água potável a partir da água do oceano.

Gábor Rakonczay já atravessou o oceano duas vezes, uma delas com partida de Lagos, no Algarve, a 21 de dezembro de 2012.

Nada parece deter este aventureiro destemido. Foi também o primeiro húngaro a chegar ao Pólo Sul.

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