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À procura de uma vacina para o coronavírus

Ilustração do novo coronavírus 2019-nCoV
Ilustração do novo coronavírus 2019-nCoV Direitos de autor  CDC via AP/Arquivo
Direitos de autor CDC via AP/Arquivo
De Rodrigo Barbosa com AFP / AP
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Governos e cientistas multiplicam esforços para encontrar um tratamento para o surto com origem na China. OMS promete combater "desinformação" e UE relativiza possibilidade de epidemia na Europa

Governos e comunidade científica multiplicam esforços para encontrar uma vacina para o coronavírus. Enquanto cientistas franceses propuseram testar tratamentos antivirais existentes - nomeadamente para estirpes anteriores da doença - Londres anunciou que vai providenciar 20 milhões de libras para ajudar ao desenvolvimento de uma nova vacina.

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Cientistas chineses afirmaram, entretanto que há cada vez mais indícios de que o surto atual teve origem em morcegos.

Massimo Ciccozzi, professor da Universidade Campus Biomédico de Roma, é da mesma opinião e afirma que "assim que passou dos morcegos ao homem, provocou imediatamente uma epidemia. [...] Bastou uma mutação, um processo numa determinada proteína, num determinado ponto deste grande genoma".

Em paralelo, a Organização Mundial de Saúde disse que vai multiplicar esforços para "combater contra a propagação de rumores e desinformação" acerca do vírus, contando nomeadamente com a colaboraçãos das plataformas de redes sociais, como o Twitter e o Facebook.

Em Bruxelas, a diretora do Centro Europeu de Prevenção e Controlo de Doenças, Andrea Ammon, assegurou que, na Europa, a situação está "controlada":

"Há uma probabilidade entre moderada e alta de vermos novos casos importados para a União Europeia. Mas se os casos forem detetados cedo e as medidas de controlo e prevenção adequadas forem implementadas, sobretudo no quadro dos cuidados sanitários, a probabilidade de assistirmos a uma transmissão humana dentro da UE é baixa ou muito baixa".

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