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Coronavírus: termina quarentena, fecham-se fronteiras

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Coronavírus: termina quarentena, fecham-se fronteiras
Direitos de autor  Copyright 2020 The Associated Press. All rights reserved   -   Sam McNeil
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Ao fim de duas semanas, terminou, esta quarta-feira, a quarentena em que milhares de passageiros de um cruzeiro no Japão foram obrigados a permanecer. Entre as quatro mil pessoas a bordo do Diamond Princess, 540 foram infetadas pelo Covid-19.

O navio, que foi encerrado como medida de prevenção do contágio, acabou por funcionar como incubador do novo coronavírus. Agora, segue-se o repatriamento dos passageiros, mas apenas daqueles que não mostram sinais de infeção.

Com dois casos confirmados, a Rússia reforça o combate à propagação da doença. A partir desta quinta-feira, os cidadãos chineses ficam impedidos de entrar no país.

Uma medida drástica, mas temporária, garantem as autoridades russas, depois de o território ter fechado a fronteira com a China e suspendido voos de ida e volta entre os dois países.

De acordo com o maior estudo já feito sobre o coronavírus, revelado, esta terça-feira, por investigadores chineses, a maioria dos casos registados são de infeção moderada.

O risco é maior entre os mais velhos, doentes e profissionais de saúde. A taxa de mortalidade, revela ainda a investigação, permanece baixa, aumentando exponencialmente acima dos 80 anos.

No entanto, para a Organização Mundial de Saúde, a realidade atual ainda merece precaução por parte das autoridades sanitárias.

"Por vezes, a doença é referida como moderada e para a maioria das pessoas ela acaba por se manifestar dessa forma e tudo termina em alguns dias. Para os jovens e adultos infetados, é bom. Mas há um número significativo de pessoas, - recordemos - 20% das pessoas infetadas estão doentes ou gravemente doentes", alertou o diretor do programa de emergência da Organização Mundial de Saúde.

Em Portugal, 12 pessoas foram submetidas a testes de deteção do novo coronavírus, mas, até ao momento, não há qualquer caso registado de infeção.