ARCOmadrid enche Espanha de arte contemporânea

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A feira abriu portas apesar das preocupações por causa da propagação do novo coronavírus. O evento decorre até domingo

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Obras como "Franco não foi tão mau como dizem", do artista finlandês Riiko Sakkinen, que lembra como alguns partidos tentam branquear a imagem do ditador, ou peças em porcelana vitrificada chinesa, com fotografias tiradas das notícias da televisão, da autoria do artista Carlos Aires, trouxeram uma mensagem política para a ARCOmadrid.

A edição de 2020 da Feira Internacional de Arte Contemporânea desenvolve-se em torno do tema "É apenas uma questão de tempo." Os visitantes poderão observar práticas artísticas a partir do trabalho do artista norte-americano de origem cubana Félix González-Torres. Perdeu a vida aos 38 anos, mas as esculturas e instalações que criou são vendidas por milhões de dólares.

A ARCOmadrid pretende criar sinergias entre artistas, galerias e colecionadores e tornar a arte mais acessível, como explicou a diretora da feira, Maribel Lopez: "Criámos a campanha #comproumaobra porque nos parece importante gerar novos colecionadores mais jovens que apoiem a sua própria geração. Tentamos assegurar que não se cria um buraco geracional entre os artistas que têm entre 20 a 30 anos. Através do webiste koyac.net as galerias oferecem obras até 2020 euros à disposição dos interessados."

Até domingo estão representadas mais de 200 galerias de 31 países. 13 delas são de Portugal.

Os trabalhos do artista plástico e ativista chinês Ai Wei-Wei está representado através dos retratos de animais criados a partir de legos.

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