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Covid-19 provoca "Desunião" Europeia

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Covid-19 provoca "Desunião" Europeia
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Vários líderes da UE descrevem a luta contra o surto de coronavírus como uma guerra. Uma batalha que terá um maior impacto económico que a crise financeira, no início da última década.

Mas como é que se vence uma guerra económica? Do ponto de vista do consumidor, existe apenas uma forma.

Numa economia de guerra, temos de entender que é preciso parar de pensar de forma individualista. Há que agrupar consumidores, empresas, instituições e organizações de consumidores. E organizações dos consumidores podem transformar-se numa plataforma para relançar uma economia que deve pensar de uma maneira diferente no futuro. Há que pensar no futuro agora, para relançar a economia forma coletiva.
Marco Pierani
Euroconsumers

O primeiro-ministro holandês disse que a Cimeira da UE nesta quinta-feira foi uma boa discussão e que os líderes estão a tomar medidas para se apoiarem uns aos outros e às economias a nível europeu.

Mas os 9 países que pretendem que a UE adote os chamados "coronabonds", incluindo França, Itália, Espanha ou Portugal , não partilham da opinião de Mark Rutte - que disse que UE deve investigar países como a Espanha, que afirmam não ter orçamento para lidar com esta crise, apesar da zona do euro ter crescido durante sete anos consecutivos.

O primeiro-ministro português classificou a sugestão do ministro das Finanças da Holanda, como "repugnante".

O Presidente do Parlamento Europeu apela à solidariedade de todos os Estados membros para com os países mais afetados pelo surto.

Em contraste com o egoísmo que alguns países, que alguns governos estão a demonstrar...Talvez não estejam conscientes do perigo, não se estão a aperceber das consequências que isto terá para nossas sociedades. Percebemos que não podemos sair desta crise sozinhos.
David Sassoli
Presidnete do Parlamento Europeu

No entanto, todos os líderes elogiaram a decisão do Banco Central Europeu de comprar - sem limite - títulos da dívida pública de países da zona euro, para impedir o pagamento de altos juros da dívida nos mercados financeiros.