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França inicia contagem decrescente para o desconfinamento, Rússia ainda está longe

França inicia contagem decrescente para o desconfinamento, Rússia ainda está longe
Direitos de autor AP Photo/Francois Mori
Direitos de autor AP Photo/Francois Mori
De  Bruno Sousa
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Segunda-feira a população francesa já pode sair livremente à rua, já em Moscovo, o autarca admite que o número real de casos de covid-19 deve ser três vezes superior ao número oficial

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Está lançada a contagem decrescente para o início do desconfinamento em França. A partir de segunda-feira o país começa lentamente a regressar ao normal, a população pode voltar a sair livremente e o comércio pode reabrir. No entanto, o primeiro-ministro, Edouard Philippe, sublinhou que a covid-19 tinha deixado o país dividido em dois, pelo que o processo de desconfinamento seria reversível, limitado e diferenciado:

"Os departamentos onde o vírus ainda circula ativamente e onde os hospitais continuam sob grande pressão são os departamentos vermelhos. O desconfinamento é possível, com algumas restrições. Não há reabertura de escolas, parques nem jardins."

No Reino Unido, o caminho a percorrer é mais longo. Boris Johnson já anunciou que tinha intenção de levantar algumas medidas de restrição no domingo mas sublinhou que iria agir com máxima cautela, pelo que se espera uma postura conservadora.

O dia em Londres ficou marcado pelo relatório da Agência Nacional de Estatísticas que revela que praticamente todas as minorias étnicas no país têm maior probabilidade de morrer com a covid-19 do que a população branca.

Em Itália, os governadores regionais têm vindo a pressionar Roma para poderem assumir as rédeas do desconfinamento e impor medidas adequadas aos números da doença em cada região.

Na Rússia, o número de novas infeções continua a subir e esta quinta-feira foram identificados mais de onze mil casos. São agora mais de 177 mil, que fizeram o país entrar no top cinco de países com mais doentes confirmados, ultrapassando França e Alemanha. Moscovo é a cidade mais afetada e o próprio autarca, Sergei Sobyanin, admite que o número real na capital se deve aproximar das 300 mil pessoas contaminadas.

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