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Museus de portas (re)abertas

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Museus de portas (re)abertas
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Ao fim de três meses, o Museu do Prado, em Espanha, reabre este sábado. As portas do imponente palácio de Madrid não fechavam tanto tempo desde a Guerra Civil.

À exposição que vai acolher os visitantes na nave central chamaram-lhe Reencontro. Entre as 250 obras expostas estão algumas das mais emblemáticas de Velázquez, Goya, Rubens ou Bruegel.

Miguel Falomir, diretor do Museu, diz que "há muita gente que precisa do Prado. São os viciados do Prado que estavam em abstinência. Agora têm a oportunidade de se reencontrarem com as obras preferidas e vão ter uma experiência inesquecível."

Os bilhetes têm de ser comprados pelo menos com 24 horas de antecedênciae para este fim de semana já estão esgotados.

No berço do Renascimento

Em Florença, desde quarta-feira que é de novo possível passear pela Galeria dos Uffizi. A casa mais emblemática do Renascimento volta a mostrar a um número agora mais limitado de visitantes as obras de Miguel Ângelo, Leonardo Da Vinci, Caravaggio ou Rafael.

O diretor diz que o momento proporciona uma nova forma de descobrir o museu. Eike Schmidt chama-lhe "turismo em câmara lenta". Menos viagens, mas mais demoradas onde se "vê e aprende mais". Em vez de selfies tiradas à pressa, Schmidt convida as pessoas a "sentir as emoções que estas obras de arte transmitem".

O principal museu francês, o Louvre, vai manter-se encerrado por mais um mês, mas há vários outros marcos do património que já é possível visitar. Em Portugal, também com cuidados de segurança especiais, os museus reabriram há quase 3 semanas.