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Polémicas na reabertura das escolas de ensino básico

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Polémicas na reabertura das escolas de ensino básico
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O Governo britânico abandonou os planos para a reabertura total das escolas de ensino básico, de Inglaterra, durante um mês, antes das férias de verão.

É o retrocesso nas intenções do Executivo de Boris Johnson, após a polémica que o anúncio da medida provocou na sociedade.

A comissária inglesa para as crianças, Anne Longfield, refere que "os aspetos práticos são muitos. Potencialmente, é necessário o dobro das salas de aula e é necessário o dobro dos professores ou do pessoal docente. Portanto, há duas coisas que as próprias escolas não conseguem resolver. As escolas têm trabalhado muito para tornar os locais seguros, reinterpretando-os para que as crianças voltem, mas não conseguem fazer as coisas maiores."

Não é só no Reino Unido que a abertura das escolas gera desconfianças e polémicas.

Em Itália, são vários os protestos. Os professores afirmam que não podem regressar às salas de aula sem um reforço de funcionários e materiais.

Os pais mostram-se preocupados com a segurança dos educandos.

Quanto aos alunos, anseiam pelo regresso à escola.

O pequeno Alessandro Biagi afirma que quer regressar à normalidade e reencontrar colegas de turma e professores em setembro. O menino italiano de 10 anos assegura que não aguentará nem mais meio ano a ter aulas em casa.

Em Portugal, as creches e infantários foram reabertos. Os alunos do ensino secundário passaram a ter aulas presenciais às disciplinas com exames nacionais. Todos os outros alunos continuam a ter aulas a distância através da telescola ou da internet.