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Dia da Independência sob o espectro da pandemia

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Dia da Independência sob o espectro da pandemia
Direitos de autor  Robin Rudd/2020 Chattanooga Times Free Press
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Nova Iorque reabriu o memorial às perto de 3 mil vítimas dos atentados de 11 de setembro num Dia da Independência em que os Estados Unidos se preparavam para ultrapassar as 130 mil mortes por causa da Covid-19.

Com o número de novos casos a subir a pique na maioria do país, muitas celebrações do 4 de julho foram simplesmente canceladas, mas Donald Trump fez questão de ir a território sagrado para os nativos americanos, no Dacota do Sul, lançar as comemorações no sopé do Monte Rushmore, com mais um discurso incendiário perante cerca de 7500 pessoas, quase todas sem máscara e onde o distanciamento social não passou de uma miragem.

O presidente dos EUA prometeu penas até "10 anos de prisão" para quem vandalizar monumentos e afirmou que a história do país está sitiada pelo "fascismo de extrema-esquerda" em mais um exemplo da ignorância de Trump em relação a muitos conceitos.

Indiferente aos discursos, a pandemia avança e atingiu mais um membro do círculo próximo do presidente, Kimberly Guilfoyle, ex-apresentadora da Fox News, uma das principais angariadoras de fundos para a reeleição e namorada de Donald Trump Jr.