Loader
Encontra-nos
Publicidade

Apple, Facebook, Google e Amazon enfrentam Congresso dos EUA

A carregar o vídeo
Apple, Facebook, Google e Amazon enfrentam Congresso dos EUA
Direitos de autor  Mandel Ngan/AP
Direitos de autor Mandel Ngan/AP
De Euronews
Publicado a Últimas notícias
Partilhar Comentários Siga a Euronews no Google
Partilhar Close Button
Copiar/colar o link embed do vídeo: Copy to clipboard Link copiado!

Comissão antimonopólio da Câmara dos Representantes investiga possível poder monopolista das gigantes tecnológicas Apple, Facebook, Google e Amazon, que em conjunto faturam quase quatro vezes mais do que o Produto Interno Bruto de Portugal.

Os presidentes das gigantes tecnológicas Google, Amazon, Facebook e Apple respondem perante um comité judicial no congresso dos Estados Unidos que pretende determinar se acumularam demasiado poder e se a posição dominante impede a livre concorrência.

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE

"Muitas das práticas destas empresas têm efeitos económicos nocivos. Desencorajam o empreendedorismo, destroem postos de trabalho, aumentam preços e diminuem a qualidade. Em termos simples, têm demasiado poder, declara David Cicilline, presidente da subcomissão antimonopólio da Câmara dos Representantes.

Mark Zuckerberg, fundador e diretor executivo do Facebook, defende-se. "Criamos plataformas que permitem a partilha de ideias e debates importantes desenvolvem-se nos nossos serviços. Acredito que no fim de contas contribui para o progresso mas também significa que nos encontramos muitas vezes no meio de profundos desentendimentos sobre questões sociais e eleições cruciais. Pessoalmente, não acredito que as empresas privadas tenham que, sozinhas, tomar decisões tão importantes nessas áreas. No ano passado defendi a necessidade de existir uma nova regulação para a internet", disse.

Mark Zuckerberg, do Facebook, Jeff Bezos, da Amazon, Tim Cook, da Apple e Sundar Pichai, da Google, lutam contra os argumentos do Comité Judicial da Câmara dos Representantes, que investigou durante um ano o impacto destas multinacionais.

"A competição também estabelece padrões de privacidade e segurança. Sempre acreditei que a privacidade é um direito universal e a Google está empenhada em garantir a segurança da sua informação, tratando-a com responsabilidade, colocando-o no controlo e sempre apoiámos a criação de leis federais detalhadas sobre privacidade", diz Sundar Pichai, diretor executivo da Google.

As quatro gigantes arrecadam anualmente cerca de 800 mil milhões de dólares, o que é quase quatro vezes mais o valor do Produto Interno Bruto de Portugal.

Ir para os atalhos de acessibilidade
Partilhar Comentários Siga a Euronews no Google

Notícias relacionadas

UE tenta regular "desordem" nas plataformas digitais

Bolsonaro critica corrupção em comício no Dia da Independência do Brasil

Nova Zelândia apresenta lei para proibir redes sociais a menores de 16 anos