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Fundadores de redes sociais sob escrutínio

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Twitter   -   Direitos de autor  AFP
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Os fundadores das redes sociais Facebook e Twitter regressaram esta terça-feira ao escrutínio dos senadores norte-americanos pela segunda vez em duas semanas.

Mark Zuckerberg e Jack Dorsey responderam a questões sobre a desinformação durante as eleições presidenciais norte-americanas e quais as medidas tomadas para evitar a disseminação de informações falsas.

"Trabalhamos com várias organizações independentes que são acreditadas pelo instituro Pointer e que incluém a Reuters, a Associated Press e a AFP norte-americana, o USA today, Factcheck.org, Science feedback, politi-fact, check your fact, lead stories e o próprio despacho dos Estados Unidos", relatou Mark Zuckerberg, fundador da rede social Facebook.

Por sua vez, o chefe da rede social Twitter afirmou que a rotulagem enganosa de conteúdos de desinformação era comum entre os utilizadores da sua plataforma. Dorsey explicou as medidas tomadas para lidar com este problema.

"Há um ano o público pediu-nos que oferecessemos conteúdos adicionais para contextualizar informações potencialmente falsas. Foi isso que fizémos e aplicámos rótulos a mais de 300 mil tweets entre 27 de outubro e 11 de novembro que representaram cerca de 2,2% de todos os tweets relacionados com as eleições", disse o fundador da rede social Twitter, Jack Dorsey.

Ambas as redes sociais assim como outras redes concorrentes tiveram dificuldades em deter a onda de desinformação e conteúdos problemáticos associados à campanha eleitoral.

No entanto, ambos afirmam que se mantiveram fiéis ao princípio de dar a todos a oportunidade para expressarem as suas opiniões.

Os investigadores não encontraram provas de que as redes sociais mostram tendenciosidade relativamente a notícias ou outros materiais associados aos conservadores ou que favorecem um lado do debate político sobre o outro.

Tanto democratas como republicanos têm criticado a forma como as redes sociais lidam com o problema da desinformação.