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Restrições contra Covid-19 a duas velocidades na Europa

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Paramédicos realizam processo de descontaminação depois de transportar um paciente Covid-19
Paramédicos realizam processo de descontaminação depois de transportar um paciente Covid-19   -   Direitos de autor  Luca Bruno/Copyright 2020 The Associated Press. All rights reserved
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Algumas regiões do Reino Unido aliviaram algumas restrições como em Londres mas para aquelas que continuam em alerta máximo, como Darligton, as preocupações aumentam, pelo impacto na economia e também na saúde mental dos confinados.

Mas há quem apoie a manutenção das restrições.

Para o primeiro-ministro Boris Johnson ainda não é tempo para se relaxar. "O que nós queremos é evitar e relaxar demasiado, tirar o pé da garganta da besta, agora que temos uma situação bastante melhor em relação a aquilo que tínhamos quando implementámos as medidas de outono", declarou.

O mesmo espírito vigora em França, onde a firmeza é a regra. O governo não quer assistir a uma nova vaga de Covid-19, originada por um desconfinamento rápido como aconteceu depois das férias de verão.

Entretanto, assiste-se a uma queda do número de casos de Covid-19 nas últimas semanas.

"Isto não significa que estaremos aptos a celebrar o Natal e o Ano Novo como antes. Os estudos científicos e a nossa própria experiência, especialmente durante as férias de verão, mostraram que estes momentos e reuniões festivas, quando baixamos a guarda ou usamos máscara com menos regularidade, são particularmente arriscados. É por isso imperativo que se limite o número de pessoas à mesa e se evite grandes ajuntamentos.

O governo da Croácia está a encerrar bares e restaurantes e a limitar ainda mais as aglomerações numa tentativa de travar o recrudescimento de novas infeções por corona vírus.

O governo tentou manter o funcionamento normal durante a segunda onda da pandemia mas o grande aumento de novos casos forçou a introdução de medidas restritivas mais duras.

Os casamentos estão proibidos e os funerais não podem ter mais de 25 pessoas, afastadas.

A grande esperança para os governos de todo o mundo é a aprovação de uma vacina.

Depois do otimismo originado pelo anuncio da Oxford/AstraZeneca (ultrapassando o número de três vacinas potencialmente disponíveis) surgiram dúvidas sobre a precisão da eficácia da inoculação, pelo que os estudos do composto desta vacina vão ser retomados.