Covid-19 condiciona festividades de Natal

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De  Nara Madeira com AFP, AP
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A poucas semanas do Natal França, Alemanha e Reino Unido iniciam novo desconfinamento progressivo e a velocidades diferentes.

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Este ano, muitos países europeus terão de repensar o Natal devido à Covid-19. 

*França*

Por terras gaulesas as luzes alusivas à quadra já iluminam as ruas mas uma boa parte das portas continuarão fechadas, já que restaurantes e bares não reabrirão antes de 20 de janeiro.

Em alternativa o primeiro-ministro incentiva os seus conterrâneos a desfrutarem do ar gélido e puro da montanha, mas com o farnel às costas. Jean Castex explica que é _"_possível que as pessoas se desloquem às estações de esqui para desfrutar do ar puro das nossas belas montanhas e das lojas que estarão abertas, exceto bares e restaurantes. Resumindo, todos os teleféricos e instalações públicas estarão fechados ao público", adiantou o chefe do executivo.

*Alemanha*

Estações de esqui que a chanceler alemã quer ver fechadas ao público até ao início de janeiro. Mas Angela Merkel quer que esta posição prevaleça mas não apenas no seu país. França e Itália não estarão contra, mas a Áustria mostra alguma reticência. 

Aos alemães Merkel pede paciência enquanto as restrições para evitar a propagação do vírus são prolongadas, pelo menos, até 20 de dezembro.

"Hoje, quatro semanas depois, podemos ver que as medidas levaram a uma redução, de 40 por cento, nos contactos; o dramático crescimento exponencial de novos casos de infeção foi interrompido e é impossível imaginar onde estaríamos hoje se não tivéssemos tido vontade de fazer, e feito, esse esforço nacional há quatro semanas", afirmou a chanceler.

*Reino Unido*

Em terras de Sua majestade Isabel II, geridas por Boris Johnson, as restrições serão aligeiradas mas este também não será um Natal como tantos outros. 

A partir de dois de dezembro entram em vigor "medidas regionais de três níveis", tendo em consideração o evoluir da pandemia no país. Londres fica num nível intermédio de restrições mas cidades como Birmingham e Manchester continuam a estar, grosso modo, em bloqueio.

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