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Espanha ultrapassa a barreira das 60 mil mortes por Covid-19

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Clinica Universitária, de Pamplona, em Espanha
Clinica Universitária, de Pamplona, em Espanha   -   Direitos de autor  Alvaro Barrientos/AP
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morreram mais de 60 mil pessoas por Covid-19 em Espanha desde o início da pandemia. A atravessar a terceira vaga, o país tem um dos maiores índices de mortalidade de COVID-19 da Europa, juntamente com o Reino Unido, França e Itália. Números sombrios, no entanto o número de contágios está a descer. A ministra da saúde do país, Carolina Darias, lamentou "a morte de 1911 pessoas nos últimos 7 dias, com 565 novos casos desde ontem. Apresentando as condolências a todos os familiares destas pessoas”.

A luta para controlar as variantes mais contagiosas do vírus continua. A partir de sábado, a Suécia vai começar a exigir testes negativos a todas as pessoas que pretendem entrar no país - teste que devem ter sido feitos nas últimas 48 horas.

Na Áustria, a polícia começa a ter um postura mais dura com cidadãos estrangeiros devido a várias queixas de violação das restrições. As acusações estão relacionadas com pessoas que vão para estâncias de esqui dizendo que estão em trabalho, quando de facto estão a passar férias. O Vice-Governador do distrito de Landeck, Siegmund Geiger, diz que: "o dever das autoridades sanitárias é verificar repetidamente no início, para prevenir um surto. E imaginar as consequências do desenvolvimento de um outro surto na região, assim como a resposta dos media."

Ao contrário da Alemanha, na Áustria as estâncias esqui permaneceram abertas aos cidadãos nacionais, mas os turistas estrangeiros estão proibidos.

Com o objetivo de recuperar uma certa "normalidade", o governo dinamarquês anunciou a intenção de introduzir um "passaporte covid-19" digital que prova que as pessoas foram vacinadas contra a Covid-19. Está em desenvolvimento, mas pode tornar-se uma realidade dentro de alguns meses.

E no Reino Unido, o governo prestou homenagem a Sir Tom Moore, um veterano de 100 anos que conquistou os corações do país ao fazer uma campanha de angariação de fundos para o Serviço Nacional de Saúde britânico. Angariou 40 milhões de libras, combateu na Segunda Guerra Mundial e morreu ontem depois de ter ser internado com covid-19.