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França e Suécia apertam restrições, Alemanha aposta nos testes caseiros

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De  Bruno Sousa
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França e Suécia apertam restrições, Alemanha aposta nos testes caseiros
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A cidade de Dunquerque, no norte de França, foi colocada em confinamento parcial numa tentativa para travar a progressão da covid-19 na região. Uma medida esperada, ou não tivesse a cidade francesa uma média de casos da doença nove vezes superior à média nacional.

A decisão foi tomada dois dias depois de Nice, no sul do país, ter conhecido o mesmo destino. A preocupação estende-se a várias regiões francesas mas o governo continua empenhado em evitar o confinamento nacional, tentando conter a epidemia com o recolhimento obrigatório em vigor.

Olivier Véran, ministro da Saúde de França, refere que "em Dunquerque e na região adjacente será estabelecido um confinamento durante os fins de semana, já a partir do próximo. A circulação continuará a ser permitida em certos casos, como a compra de bens de primeira necessidade ou por motivos médicos. O comércio estará fechado, exceto o setor da alimentação. A dinâmica da epidemia não é positiva no nosso país nem na Europa em geral."

Na Suécia, o número de casos tem vindo a aumentar e contrariamente ao que aconteceu na fase inicial da pandemia, o governo não tardou a reagir com novas medidas restritivas. A partir da próxima semana, bares e restaurantes terão de fechar obrigatoriamente às oito e meia da noite. O número de pessoas em estabelecimentos comerciais também será limitado.

Na Alemanha, a luta contra a covid-19 segue em casa, depois de ter sido aprovado o uso de testes de diagnóstico caseiro. Os testes de deteção rápida não são tão fiáveis quanto os testes de laboratório mas para o ministro da Saúde germânico, Jens Spahn, são "um contributo importante" para tentar recuperar a normalidade.

Nos Estados Unidos, um painel de especialistas comprovou a eficácia da vacina da Johnson & Johnson e a decisão das autoridades relativamente à sua utilização será tomada esta sexta-feira. A farmacêutica norte-americana já anunciou a intenção de ter 100 milhões de doses disponíveis no país até junho.