Última hora
This content is not available in your region

Dos protestos às restrições contra a Covid-19

Access to the comments Comentários
De  Nara Madeira com AFP, EVN
euronews_icons_loading
Dos protestos às restrições contra a Covid-19
Direitos de autor  -Screenshot AFP-
Tamanho do texto Aa Aa

Em alguns países europeus as restrições para conter a propagação da Covid-19 continuam a não ser bem aceites.

Em Copenhaga, capital da Dinamarca, centenas de pessoas, muitas delas encapuzadas, participaram numa manifestação organizada pelo grupo ativista "Homens de Negro" contra as medidas tomadas pelo governo. Até 5 de abril, inclusive, os centros comerciais permanecem fechados e estão proibidos os ajuntamentos de mais de cinco pessoas, com algumas exceções, entre outras medidas que têm como objetivo travar a propagação do novo vírus.

Na Irlanda também se contestou, neste caso, o confinamento e a vacinação. Um protesto que terminou em violência com a polícia de choque a usar gás lacrimogéneo e bastonadas para fazer recuar os manifestantes, no centro de Dublin. O primeiro-ministro condenou as manifestações, dizendo não haver justificação para uma marcha ou para a violência que se seguiu.

Na Polónia tomam-se medidas para evitar novos casos de contágio. Os viajantes da Chéquia e Eslováquia que queiram entrar no país são obrigados a fazer quarentena ou a trazer prova de que receberam as duas doses de uma vacinada contra a Covid-19. Muitas pessoas foram apanhadas de surpresa, na fronteira, pelas novas restrições.

Na cidade austríaca de Mayrhofen está a tentar travar-se a propagação da variante sul-africana do novo coronavírus através do endurecimento das medidas restritivas e de confinamento. Foram detetados 29 casos desta variante.