Aliança entre Áustria e Dinamarca com Israel para vacinas criticada por França

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Direitos de autor Avigail Uzi/AP
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Paris considera que o quadro europeu seria o mais apropriado para a solidariedade europeia. A movimentação de Viena e Copenhaga fora da UE acontece no contexto de críticas sobre o que descrito como lentidão do programa Europeu de vacinação.

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Lançado esta quinta-feira, o projeto de aliança entre a Áustria e a Dinamarca com Israel para a produção de vacinas de segunda geração contra a Covid-19 recebeu críticas por parte de França.

Paris estima que a União Europeia é o quadro mais apropriado para garantir a solidariedade no seio de UE.

O chanceler austríaco e a primeira-ministra dinamarquesa encontraram-se com o homólogo Benjamin Netanyahu em Telavive para lançarem a parceria.

Sebastian Kurtz afirmou que é importante trabalhar em conjunto não apenas para combater o virus mas também para lidar com as mutações nos próximos anos"

Mette Frederiksen adiantou que "a reunião inspirou muito em como podemos trabalhar de uma forma mais estreita no que diz respeito à investigação e capacidade de produção".

O passo extra União Europeia de Viena e Copenhaga acontece no contexto de críticas sobre o que é descrito como sendo a lentidão do programa de vacinação do bloco europeu.

Israel já inoculou cerca de 90 % dos pouco mais de nove milhões de cidadãos. Com cerca do mesmo número de habitantes, a Áustria apenas vacinou 5,5%.

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