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Óscares mudam de casa

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Óscares mudam de casa
Direitos de autor  AP Photo
De  Nara Madeira com AP, AFP
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Este ano a cerimónia de entrega dos Óscares não será realizada no famoso Dolby Theatre, mas na Union Station, um lugar histórico, de Los Angeles, inaugurado em 1939. O interior da estação ferroviária foi reestruturado, especialmente, para a cerimónia. O número de participantes foi reduzido ao máximo possível por causa da pandemia de Covid-19.

Stacey Sher, produtora dos Óscares, explica que "p__or causa da COVID será, seguramente, uma cerimónia muito mais íntima". Sher acrescenta que o importante é a forma como se transforma o "pode ser visto como negativo (...) em positivo. Por isso, estarão presentes apenas os nomeados, os seus convidados e os apresentadores".

Entre os nomeados deste ano há surpresas como Minari, um filme autobiográfico de Lee Isaac Chung, um americano de origem sul-coreana, que recebeu seis nomeações, incluindo a de melhor filme.

Ou Nomadland, de Chloé Zhao, cineasta de origem chinesa, apontado como favorito e que trás outra visão dos EUA.

Para Dave Karger, apresentador da TCM desta vez "os filmes e as performances escolhidas" trazem "de alguma forma pureza", o que considera "revigorante".

"Eu vi as películas nomeadas para melhor filme e são das melhores escolhas de que me lembro. É um grupo de filmes que muitas pessoas não conhece. Não foram grandes sucessos de bilheteira, não é o "Avatar", ou "O Senhor dos Anéis", ou o "Titanic", nem o "Era uma vez em Hollywood'. Não se trata de filmes famosos, mas todos eles vão resistir ao teste do tempo", explica o apresentador de televisão_. _

O tempo dirá se elas resistirão, ou não. Por agora, e para conhecer os vencedores das diferentes categorias, resta esperar pela noite deste domingo.