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Cicak e Barty fazem história no feminino em Wimbledon

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De  Francisco Marques
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Primeira mulher a apitar uma final masculina e a primeira australiana a vencer em Wimbledon
Primeira mulher a apitar uma final masculina e a primeira australiana a vencer em Wimbledon   -   Direitos de autor  GABRIEL BOUYS/AFP // AP Photo/Kirsty Wigglesworth

Marija Cicak e Ashley Barty fizeram história este sábado no torneio de Wimbledon. A croata foi eleita para ser a primeira mulher a arbitrar a final masculina deste domingo e a australiana, atual número #1 do mundo, estreou-se a vencer o "grand slam" londrino.

Cicak, de 43 anos, é membro do corpo de elite da associação mundial de ténis feminino (WTA), detém uma insígnia de ouro pela carreira no ténis e foi este sábado confirmada pelo "All England Club", que organiza o torneio londrino desde 1877, para se sentar na cadeira de juíza no duelo que vai opor o sérvio Novak Djokovic, atual número #1 do mundo, ao italiano Matte Berrettini, nono no "ranking" ATP.

O domínio de Barty

A grande vencedora do dia, no entanto, foi Ashley Barty. A australiana de 25 anos venceu o segundo "grand slam" da carreira. Depois de Roland Garros, em 2019, agora Wimbledon.

Barty chegou a final como líder da classificação mundial e reforçou o "trono" com um triunfo por dois sets a um (6-3, 6-7/4-7, e 6-3) diante da checa Karolina Pliskova, atual número #14 do WTA.

A nova campeã sucede a Evonne Goolagong Cawley entre as australianas a vencer o torneio de Wimbledon, mas é a primeira desde 1980, quando a compatriota levou a melhor sobre Chris Ever Lloyd.

Cawley, aliás, recebeu dois pratos em Wimbledon, o primeiro há 50 anos, quando venceu a conterrânea Margaret Court na relva londrina.

"Espero ter deixado Evonne orgulhosa", afirmou Barty já com o prato de campeã nas mãos, conquistado 10 anos depois de ter ganho a versão júnior de Wimbledon.