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Economia de praia no Rio de Janeiro

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De  Patricia Tavares
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Praia de Copacabana
Praia de Copacabana   -   Direitos de autor  AP Photo

Abrem-se os guarda-sóis no Rio de Janeiro. Com abertura das praias abrem-se também novos horizontes para os vendedores ambulantes. Esperam que o clima ameno e o aumento de visitantes possam compensar quase dois anos de restrições. Estes vendedores das praias brasileiras foram fortemente atingidos a nível económico desde o início da pandemia.

O Estado do Rio de Janeiro já vacinou completamente mais de 7 milhões de pessoas e, com o aumento da taxa de vacinação, os turistas voltam a aproveitar o sol brilhante do Rio de Janeiro aos fins-de-semana, trazendo uma nova luz aos que dependem deles.

Waldemir de Lima, proprietário de um quiosque na praia de Copacabana desde 1972, disse que o negócio está lentamente a voltar à normalidade e contratou novos empregados. Vendem de tudo um pouco, desde biquínis, passando por caipirinhas até camarão frito e fazem quilómetros debaixo do sol. Claudinei dos Santos, vende camarão a um grupo de turistas de São Paulo. Com a dificuldade em encontrar um emprego convencional, presta serviços na praia para sustentar a família.

Estes vendedores ambulantes continuam na luta e têm esperança no futuro e nas vendas, com a aproximação do verão e da passagem do ano. Esperam que o Carnaval traga milhares de turistas prontos a mergulhar nas águas de coco.