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Pfizer dá acesso mundial ao novo medicamento oral para tratar a Covid-19

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De  Patricia Tavares
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Pfizer dá acesso mundial ao novo medicamento oral para tratar a Covid-19
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O novo medicamento para tratar a Covid-19 da Pfizer acessível a mais de metade da população mundial.

É este o objetivo do acordo assinado entre a farmacêutica norte-americana e a fundação de patentes de medicamentos de Genebra - (Medicines Patent Pool - MPP).

O laboratório concede a sua licença a fabricantes de medicamentos de 95 países - aproximadamente 53% da população mundial. Pode ser produzido e vendido, a baixo custo, em países em vias de desenvolvimento. Este medicamento oral é promissor - os resultados iniciais demonstram 89% de eficácia.

Inicialmente estamos a pensar que este medicamento seja utilizado apenas em pessoas em risco - provavelmente. E o objetivo é basicamente evitar que as pessoas se dirijam ao hospital ou tenham casos graves, o que significa que é necessário tomar o medicamento nos dias iniciais - 3 dias depois dos primeiros sintomas.
Hervé Verhoosel
porta-voz da UNITAID

Os Países Baixos assistem a um aumento dramático do número de infeções. O número de casos positivos aumentou 44% em 7 dias. Este aumento preocupa as autoridades que estão a considerar mais restrições. No último sábado, entrou em vigor um novo confinamento parcial. Bares, restaurantes e supermercados encerram às 20h.

Na Croácia, a taxa de infeção também está a aumentar e agora o passe sanitário é obrigatório nas instituições públicas e para todos os funcionários do setor público. As autoridades do país intensificam também a campanha de vacinação.

Na Ucrânia, para contrariar um número recorde de mortes diárias por COVID-19, o presidente do país, Volodymyr Zelensky, promete pagar 35 euros a quem receber duas doses de vacina. Trata-se de uma quantia significativa num dos países mais pobres da Europa. Até à data, menos de um terço da população está completamente vacinada.