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Covid-19: Bruxelas quer suspender voos da África Austral devido a nova variante

Covid-19: Bruxelas quer suspender voos da África Austral devido a nova variante
Direitos de autor  Jerome Delay/Copyright 2021 The Associated Press. All rights reserved.
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De euronews
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Comissão Europeia anuncia a decisão devido à descoberta de uma nova variante do vírus da Covid-19, que pode colocar em risco a eficácia das vacinas

A Comissão Europeia vai propor a suspensão dos voos provenientes da África Austral devido à descoberta de uma nova variante da Covid-19, a B.1.1.529. A informação foi avançada pela presidente da Comissão Europeia, Ursula Von der Leyen, através do Twitter. Alemanha e Itália já anunciaram esta sexta-feira de manhã a proibição voos da região. Antes, Israel e o Reino Unido foram os primeiros países a fazê-lo, proibindo os voos vindos de seis países africanos. A nova variante da Covid-19 foi detetada no Botswana, África do Sul e Hong Kong.

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O Secretário da Saúde do Reino Unido, Sajid Javid, afirmou ao anunciar a restrição de voos: "Os nossos cientistas estão profundamente preocupados com esta variante - estou preocupado, claro - e essa é uma das razões pelas quais tomámos esta medida hoje. Direi que não sabemos o suficiente sobre esta variante. Ninguém sabe. "

A variante está atualmente designada como B.1.1.529. Levanta preocupação porque transporta um "número extremamente elevado" de mutações - o que significa que a proteína "spike" é agora muito diferente - podendo colocar em risco a eficácia das vacinas.

Joseph Phaahla, ministo da Saúde da África do Sul diz que conta ter mais informação durante o fim de semana, altura e que a equipa de cientistas terá mais informação, mas adianta que "pela experiência dos últimos 21 meses, quase que se pode prever a evolução da situação".

Israel anunciou o primeiro caso desta estirpe num passageiro vindo do Malawi. O primeiro país onde a estirpe foi detetada foi o Botswana, mas sabe-se que já chegou à África do Sul, Namíbia, Lesoto, antiga Suazilândia, Zimbabué e e Hong Kong.

O grupo de trabalho técnico da Organização Mundial de Saúde (OMS) deverá reunir-se para avaliar o nível de perigosidade desta nova variante.

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