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Nathan Paulin supera mais um desafio: meio quilómetro sobre um cabo a 80 metros de altura

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De  Francisco Marques
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Nathan Paulin durante a acrobacia no Rio de Janeiro
Nathan Paulin durante a acrobacia no Rio de Janeiro   -   Direitos de autor  AP Photo/Bruna Prado

O Rio de Janeiro representa agora mais um desafio superado na carreira do acrobata Nathan Paulin, o recordista mundial de "slackline".

O francês, de 27 anos, esteve este fim de semana no Brasil e caminhou no sábado sobre um cabo com meio quilómetro, esticado entre os morros da Babilónia e o da Urca, 80 metros acima da Praia Vermelha.

Foi a primeira vez do acrobata no Rio de Janeiro e logo para desfrutar de uma perspetiva única sobre a cidade maravilhosa.

"Lá em cima é fantástico porque temos uma visão de 360 graus. Temos o Pão de Açúcar de um lado e o Corcovado do outro. Como é uma cidade que se encontra entre montanhas e o mar e o mar rodeia a cidade, é fantástico. Estar ali no meio e ver isto tudo à volta, é maravilhoso", afirmou Nathan Paulin, à Associated Press, após mais uma aventura inscrita nos livros.

Esta nova proeza faz parte do espetáculo "Les Traceurs", realizado por Rachid Ouramdane, coreógrafo e diretor do Teatro Chaillot, em Paris.

O episódio mais famoso deste espetáculo aconteceu, por acaso, na capital de França, em 2017, quando Paulin fez um percurso similar, ligando a Torre Eiffel ao Trocadero, caminhando por um cabo com 670 metros de comprimento.

Para trás já tinha deixado outras travessias arriscadas, como no bairro de La Defense, também em Paris, ou no glaciar de Argentière, nos Alpes, de onde o acrobata é natural.

A travessia mais longa no currículo de Nathan Paulin é de 1.662 metros de comprimento e a 300 metros de altura, realizada a 9 de junho de 2017, no Cirque de Nasvacelles, no sul de França.

Nesta travessia sobre a Praia Vermelha, centenas de pessoas pararam de olhos no ar, a ver mais uma proeza arriscada de Paulin.

"Estava a passear com a minha família e fui surpreendido por ele a atravessar a corda. Foi a minha família que me mostrou. Já íamos embora, mas descemos aqui para dar uma olhada e homenagear ele", afirmou Alexandre Rafael, de 35 anos, um dos muitos presentes, que puderam testemunhar mais uma prova superada pelo francês.

Outras fontes • Associated Press