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Vacinação reforçada e serviços essenciais afetados

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De  Teresa Bizarro  com Agências
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Vacinação reforçada e serviços essenciais afetados
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Em toda a Europa reforçam-se as campanhas para imunizar o maior número possível de pessoas contra a Covid-19. Em plena vaga de infeções pela variante Ómicron, as autoridades de saúde inovam na forma de chegar à população.Em Londres, um autocarro foi transformado em centro de vacinação.

O governo britânico pondera reduzir o período de isolamento de sete para cinco dias, para contornar os problemas da falta de mão de obra. A medida já está em vigor nos Estados Unidos, mas o ministro britânico da Educação tem reservas.

"Obviamente que me remeto para o parecer científico sobre esta matéria. Ajudaria certamente a mitigar algumas das pressões sobre as escolas, sobre a força de trabalho crítica e outras. Mas eu quero seguir de facto os conselhos dos peritos," garante Nadhim Zahawi, ministro britânico da Educação.

Falta de mão de obra afeta vários serviços

Em Espanha, o número de pessoas reinfectadas com Covid nos últimos quinze dias é já maior do que o registado no resto da pandemia.

As autoridades espanholas dizem que os serviços essenciais voltam a estar sobre pressão, mas desta vez por falta de mão de obra.

Sara Arassar, gerente de uma loja, conta que "esta semana cinco ou seis colegas foram infectados" e que é "impossível" para os recursos humanos substituir os empregados em falta.

Na Alemanha, os contágios triplicaram na última semana. A cidade de Colónia está a oferecer uma experiência de vacinação invulgar: crianças dos cinco aos onze anos recebem a vacina a bordo de um avião.

"Penso que é uma grande campanha. Para as crianças, é algo completamente diferente do que a vacina no consultório do pediatra, e tudo está muito bem organizado aqui, tudo correu bem," diz Susanne Manitz, educadora de infância e mãe de uma criança vacinada a bordo de um Airbus.

Na China, uma centena e meia de novos casos voltaram a fazer soar os alarmes. As autoridades decretaram novas restrições À circulação e determinaram testes em massa. A cidade portuária chinesa de Tianjin pretende testar os 14 milhões de residentes em 48 horas após a descoberta de um pequeno surto de Covid.