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Europa alivia restrições de combate à pandemia

Vacinação contra a Covid-19 prossegue
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Governos europeus aliviam restrições de combate à Covid-19. No Reino Unido as máscaras deixam de ser obrigatórias

O Reino Unido vai aliviar as restrições impostas para combater a propagação da variante ómicron do coronavírus.

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Segundo o anúncio do primeiro-ministro, Boris Johnson, as máscaras deixam de ser obrigatórias em lojas, transportes, escolas e outros espaços públicos fechados, já a partir de quinta-feira. Os britânicos deixam, também, de estar obrigados a apresentar o passe sanitário para acesso a discotecas e grandes eventos. O teletrabalho deixa de ser, também, obrigatório.

O Governo acredita que o pico foi ultrapassado e justificou o alívio das medidas com o facto de mais de 90% das pessoas com mais de 60 anos, em todo o Reino Unido, terem já levado a terceira dose da vacina contra a Covid-19.

"Os últimos dados do ONS (Office of National Statistics) mostram claramente que os níveis de infeção estão a diminuir em Inglaterra. Embora existam alguns locais onde é provável que os casos continuem a aumentar, inclusive nas escolas primárias, os nossos cientistas acreditam que é provável que a vaga da ómicron tenha agora atingido o seu pico, a nível nacional", anunciou o governante britânico.

Na Chéquia, o Governo eliminou um decreto que tornava as vacinas contra a Covid-19 obrigatórias para alguns profissionais essenciais e pessoas com mais de 60 anos. A medida, justificada com a coesão social, ocorre num dia em que o país bate um novo recorde de infeções por Covid-19 em 24 horas.

Em dezembro, o governo anterior ordenou a vacinação Covid-19 a partir de março de 2022 para o pessoal hospitalar e do lar de idosos, polícia, soldados e algumas outras profissões, bem como para as pessoas com mais de 60 anos. Esta decisão suscitou protestos contra as medidas.

A reviravolta política surge quando uma onda da variante Omicron atinge o país de 10,7 milhões de pessoas. O Ministério da Saúde informou que 28,469 novos casos foram comunicados para terça-feira, um número recorde diário desde o início da pandemia e mais do dobro dos 12,371 comunicados no mesmo dia na semana passada.

Tal como outras nações da Europa Central, o governo espera cerca de 50.000 casos diários até ao final do mês.

Na Sérvia, registou-se um novo recorde de infeções diárias. Apesar disso, o Governo decretou a redução do período de isolamento para os infetados para sete dias.

Nos Países Baixos, um protesto peculiar.

Para pressionar as autoridades a permitirem a reabertura, várias empresas e instituições do setor cultural abriram, por algumas horas, como salões de beleza, como, por exemplo o Museu Van Gogh, em Amesterdão.

"Compreendo que o Governo tenha aberto ginásios, mas também é preciso um ginásio mental. E um museu é um lugar onde as pessoas vêm cada vez mais para encontrar um pouco de profundidade ou razão para a sua vida", referiu a diretora do museu, Emilie Gordenker.

Os Países Baixos entraram em confinamento total em dezembro. Na semana passada, o Governo aliviou algumas medidas permitindo a reabertura de lojas não essenciais até às 17 horas, assim como ginásios, salões de beleza e bordéis.

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