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Menos restrições nos Países Baixos, mais fim de semana na Bélgica. Europa adapta-se à covid-19

Menos restrições nos Países Baixos, mais fim de semana na Bélgica. Europa adapta-se à covid-19
Direitos de autor Rogelio V. Solis/Copyright 2022 The Associated Press. All rights reserved
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De  Euronews
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A diminuição dos contágios de covid-19 e as novas formas de trabalhar criadas com a pandemia estão a mudar a Europa. Mas a OMS continua preocupada com surtos de Ómicron e baixa vacinação no Leste europeu.

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O ministro neerlandês da Saúde, Ernst Kuipers, anunciou esta terça-feira que os Países Baixos vão "voltar a abrir". Até 25 de fevereiro, quase todas as restrições impostas no país por causa da covid-19 vão ser levantadas, à medida que os casos de infeção e internamento forem baixando.

Bares, restaurantes e discotecas voltam ao horário de abertura pré-pandemia. Distanciamento social e máscaras deixam de ser obrigatórios em grande parte dos locais.

Aos visitantes, no entanto, vai continuar a ser exigido um certificado de vacinação, ou teste negativo para entrar no país, que, desde dezembro, vivia sob algumas das restrições mais duras da Europa.

Contágios aumentam na Europa do Leste

Mas os surtos de Ómicron não terminaram e, a Organização Mundial da Saúde (OMS) avisa, estão a deslocar-se para a Europa do Leste. 

A OMS revelou esta terça-feira que os casos de infeção mais que duplicaram em seis países da região oriental da Europa e apela aos governos locais para analisarem a baixa procura e aceitação das vacinas contra a covid-19.

Bélgica dá luz verde a nova lei laboral

Depois de a coivd-19 ter levado as pessoas a procurar mais flexibilidade e novas formas de trabalhar, a Bélgica aprovou a semana de trabalho de quatro dias.

Na prática, caso os sindicatos aceitem a medida, os trabalhadores vão poder escolher se querem trabalhar as 38 horas semanais impostas por lei, no regime antigo, ou com três dias de descanso por semana, sem perda de salário

Setor da Saúde em greve na Eslovénia

Na Eslovénia, os profissionais da Saúde fazem greve esta quarta-feira, após governo e representantes sindicais terem falhado as negociações para um aumento salarial.

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