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Pela Europa continuam os protestos contra a ofensiva russa

Pela Europa continuam os protestos contra a ofensiva russa
Direitos de autor Andrew Medichini/Copyright 2022 The Associated Press. All rights reserved
Direitos de autor Andrew Medichini/Copyright 2022 The Associated Press. All rights reserved
De  Nara Madeira com AFP
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Continuam os protestos pela Europa contra a ofensiva russa. Protestos que chegaram mesmo ao Cazaquistão, aliado tradicional da Rússia.

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Pela Europa, continuam os protestos contra a invasão russa à Ucrânia. No centro de Berlim reuniram-se centenas de pessoas. Na cidade francesa de Lyon também mais de uma centena de pessoas quis marcar a sua posição de condenação a esta ofensiva de Moscovo, que já obrigou mais de um milhão e meio de ucranianos a abandonar o país. Número que está longe de estabilizar.

Uma estudante ucraniana em Lyon referia que é importante para eles fazer o que podem. "Porque é verdade" que estão longe das suas famílias, do seu país e estão "a tentar fazer algo" a partir dali, dar o seu "apoio" e "ajuda" ao seu país.

Em Espanha, milhares de pessoas reuniram-se em várias cidades. Ucranianos que vivem no país saíram às ruas juntamente com os espanhóis para mostrar apoio a Kiev nesta batalha que parece estar longe do fim. 

Ucranianos e não só, pessoas que nos seus países não poderiam sair, livremente, à rua para se manifestar. Uma jovem bielorrussa dizia que pelo menos em Barcelona "podem ir para a rua e expressar-se", mas que no seu país não o podem "fazê-lo, infelizmente, porque issotem consequências__".

Em Itália centenas de pessoas, na sua maioria ucranianos, reuniram-se em Roma no domingo gritando "Ucrânia livre" e acusando Vladimir Putin de ser um assassino.

Os protestos chegaram também ao Cazaquistão, com milhares de manifestantes a pedirem a paz. Um protesto autorizado pelas autoridades, e que decorreu na maior cidade do país Almaty. O país, tradicionalmente um aliado da Rússia e que, normalmente, não permite a realização de manifestações, tem procurado mostrar a sua neutralidade para evitar sanções por parte da comunidade internacional.

Outras fontes • RAI, TVE, Radio Free Europe/Radio Liberty

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