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Georgianos culpam governo por decisão da UE de não dar estatuto de candidato

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De  Ricardo Figueira
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Manifestação em Tbilissi
Manifestação em Tbilissi   -   Direitos de autor  Shakh Aivazov/Copyright 2022 The Associated Press. All rights reserved

Na Geórgia, milhares de pessoas saíram às ruas para pedir a demissão do governo liderado por Irakli Garibashvili, depois dos Estados-membros da União Europeia terem garantido o estatuto de países candidatos à Ucrânia e à Moldávia, mas não à Geórgia. O Conselho Europeu limitou-se, na cimeira dos 27, a reconhecer a perspetiva europeia do país

O escritor Lasha Bugadze participou nos protestos e disse que "os cidadãos da Geórgia estão a lutar pelo futuro europeu do país, pela União Europeia e pela sobrevivência da Geórgia no seio da União, algo que está a ser posto em causa pela oligarquia e por um oligarca em especial, Bidzina Ivanishvili".

Charles Michel, presidente do Conselho Europeu, disse que o estatuto de país candidato seria concedido à Geórgia assim que o país tivesse satisfeito uma lista de condições estabelecida por Bruxelas. O país está dominado por fortes tensões políticas entre o governo e a oposição. O primeiro-ministro já prometeu encetar um diálogo com vista a acabar com a polarização política do país.