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Príncipe Haakon visita local de atentado e pede: "defendam os valores da Noruega"

Local do atentado em Oslo
Local do atentado em Oslo Direitos de autor Sergei Grits/AP
Direitos de autor Sergei Grits/AP
De  Ricardo Figueira
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A polícia está a privilegiar a pista do terrorismo islamita, depois de ter detido um homem na casa dos 40 anos, norueguês de origem iraniana, já conhecido da polícia por infrações menores.

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A porta do bar em Oslo, frequentado pela comunidade LGBT e palco de um atentado em que morreram duas pessoas, encheu-se de bandeiras com as cores do arco-íris, que os populares depositaram, juntamente com flores e outros objetos, em homenagem às vítimas. O tiroteio fez ainda 21 feridos, dos quais dez em estado grave.

O local do atentado recebeu a visita do príncipe herdeiro da Noruega, Haakon, que falou da importância de mostrar os valores pelos quais o país é conhecido: "É importante defender quem somos. A Noruega é um país onde é permitido amarmos quem quisermos e estarmos com quem quisermos. É algo que deveria ter sido assinalado hoje, mas não desta forma. Assim vemos por nós próprios a importância de defender os nossos direitos e nossos valores", disse à chegada ao local.

É importante defender quem somos. A Noruega é um país onde é permitido amarmos quem quisermos e estarmos com quem quisermos.
Haakon
Príncipe herdeiro da Noruega

A polícia está a privilegiar a pista do terrorismo islamita, depois de ter detido um homem na casa dos 40 anos, norueguês de origem iraniana, já conhecido da polícia por infrações menores. O desfile do "orgulho LGBT" previsto para este sábado foi cancelado, por recomendação das autoridades, tal como todos os eventos relacionados.

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