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Falta de combustível faz crescer o mercado negro na Serra Leoa

Serra Leoa
Serra Leoa Direitos de autor Sunday Alamba/AP
Direitos de autor Sunday Alamba/AP
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Aumento do preço dos combustiveis faz crescer o receio de mais agitação social na Serra Leoa

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À medida que a falta de combustível na Serra Leoa continua a agudizar-se, os taxistas da capital, Freetown, voltam-se cada vez mais para o mercado negro para conseguirem abastecer de gasolina.

O Governo fixou o preço oficial do combustível em 21 Leones (1,14 Dólares) por litro em Março, quase o dobro do do ano passado, mas a escassez e as longas filas de espera nos postos de gasolina fazem com que os muitos motoristas não consigam abastecer.

"Se eu for à estação de serviço e não conseguir combustível, vou ao mercado negro, o Jebu, onde vendem em garrafas. No mercado negro, vendem a 30 Leones por litro," diz o mototaxista, Modiboh Jebbo.

A revolta por ter de comprar no mercado negro com preços exorbitantes é comum entre os condutores.

O aumento do preço dos combustíveis acaba por ter reflexo em toda a economia e avolumam-se os receios de mais agitação social.

Em Agosto, pelo menos 25 pessoas morreram na capital Freetown quando os protestos contra os preços dos combustíveis e dos alimentos se tornaram violentos.

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