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Presidente ucraniano apela a "força e concentração máximas" no Donbass

Ucrânia
Ucrânia Direitos de autor Libkos/Copyright 2022 The AP. All rights reserved.
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De  Luis GuitaEuronews com AFP
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Volodymyr Zelenskyy reconhece situação difícil no Donbass. Presidente ucraniano apela a "força e concentração máximas"

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O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskyy, disse, esta segunda-feira, que a situação na linha da frente na zona de Donbas é difícil e dolorosa e requer "força e concentração máximas".

Zelenskyy acrescentou que os defensores ucranianos estão a conseguir destruir e capturar invasores russos

No hospital da cidade de Bakhmut, na região de Donbas, na Ucrânia, onde os ataques russos se intensificaram, os militares feridos estão a ser tratados em condições difíceis.

"Bakhmut, Kreminna e outras áreas no Donbass, agora requerem a máxima força e concentração. A situação ali é difícil, aguda. Os ocupantes estão a utilizar todos os recursos de que dispõem, são recursos significativos, para conseguirem algum avanço. Agradeço a todos os nossos homens que mantêm as posições com firmeza, que se mantêm fortes, e que, apesar de tudo, criam as condições não só para não perder nada, mas também para expulsar os ocupantes," afirmou o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskyy.

O Presidente da Ucrânia disse também que a falta de energia elétrica continua e está a afetar quase nove milhões de pessoas, mas o número e a duração dos cortes de energia continuam a diminuir gradualmente.

Na Kherson libertada, que tem sido alvo de ataques russos, a situação é difícil. Parte da ajuda humanitária chega de Kiev, onde os residentes da capital juntam produtos alimentares, roupas de Inverno, brinquedos, aquecedores e outros artigos que recolhem com os próprios meios.

Geradores, aquecedores elétricos e outros materiais chegam de vários países e são armazenados na igreja, antes de serem carregados no camião e enviados para ajudar quem vive em Kherson.

"Também estamos a congelar em Kiev, não há eletricidade, mas há pessoas que se encontram em condições mais difíceis do que nós," explica um habitante de Kiev..

À medida que o conflito na Ucrânia entra no 11º mês, cada vez mais empresas, não só na própria Rússia, mas também na Crimeia anexada, estão a reorientar a produção para satisfazer as necessidades do exército russo - seja voluntariamente ou cumprindo uma ordem do Estado.

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