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Egito: Novas descobertas arqueológicas nas proximidades do Cairo

Artefacto descoberto na Pirâmide de Djoser, em Saqqara, a 24 quilómetros do Cairo
Artefacto descoberto na Pirâmide de Djoser, em Saqqara, a 24 quilómetros do Cairo Direitos de autor Amr Nabil/Copyright 2023 The AP. All rights reserved
Direitos de autor Amr Nabil/Copyright 2023 The AP. All rights reserved
De  Euronews
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Foram feitas novas descobertas na necrópole de Saqarra, a cerca de 24 quilómetros do Cairo, no Egito. Os artefactos datam de 2500 a 2100 anos A.C

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O Egito revelou na quinta-feira dezenas de novas descobertas arqueológicas, incluindo dois túmulos antigos, numa necrópole faraónica mesmo à saída da capital, o Cairo.

Segundo uma equipa que participou na escavação, todos os itens, descobertos durante um ano de escavação, jazem sob um antigo recinto de pedra dentro da Necrópole de Saqarra e datam da quinta e sexta dinastias do Velho Reino, abrangendo cerca de 2500 a.C. a 2100 a.C.

Um dos túmulos descobertos pertencia a um padre da quinta dinastia conhecido como Khnumdjedef, enquanto o outro túmulo maior pertencia a um oficial chamado Meri, outrora um oficial do palácio que detinha o título de "o guardião dos segredos", disse a mesma fonte.

Outras descobertas importantes da escavação incluem estátuas, amuletos, e um sarcófago bem preservado.

O arqueólogo e diretor de escavações mais conhecido do Egipto, Zahi Hawass, revelou pessoalmente as novas descobertas do recinto de pedra, conhecido como Gisr el-Mudir.

"Pus a minha cabeça dentro para ver o que estava dentro do sarcófago. (Havia) uma bela múmia de um homem completamente coberta de camadas de ouro", contou Hawass.

O sítio Saqqara faz parte de uma necrópole em expansão na antiga capital egípcia de Memphis, que inclui as famosas pirâmides de Gizé, bem como pirâmides mais pequenas em Abu Sir, Dahshur e Abu Ruwaysh.

As ruínas de Memphis foram designadas como Património Mundial da UNESCO nos anos 70.

Para além desta, são frequentemente anunciadas novas descobertas no Egito, que contribuem para atrair turistas.

O Egito recolhe uma fonte significativa de divisas do turismo, mas o setor tem sofrido como anos de tumultos políticos e violência que se seguiram a uma revolta em 2011 que derrubou o autocrata Hosni Mubarak

A indústria turística do Egito também foi duramente atingida pela pandemia da Covid-19 e está atualmente a sofrer as consequências da guerra na Ucrânia.

Tanto a Rússia como a Ucrânia constituíam anteriormente uma grande fonte de turistas para o Egito.

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