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Uruguai cumpre sentença que o faz reconciliar-se com o passado

Mensagem contra a ditadura
Mensagem contra a ditadura Direitos de autor  Gastón Mousist / Pexels
Direitos de autor  Gastón Mousist / Pexels
De  Luis GuitaEuronews com EFE
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Uruguai cumpre sentença do tribunal Interamericano dos Direitos do Homem que o faz reconciliar-se com o passado, assume responsabilidade pelos crimes da ditadura.

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Uma cerimónia solene para fechar uma ferida aberta há quase meio século aconteceu no Palácio Legislativo de Montevidéu. O Estado uruguaio reconheceu oficialmente a responsabilidade na execução extrajudicial das chamadas "Meninas de abril", três jovens esquerdistas que foram crivadas de balas durante uma operação policial; assim como no desaparecimentos de dois militantes comunistas que tinham sido detidos.

Todos estes crimes ocorreram durante a ditadura militar, entre 1973 e 1985.

O reconhecimento por parte do Estado uruguaio vem na sequência de uma decisão do Tribunal Interamericano dos Direitos do Homem.

Após a cerimónia, avice-presidente do Uruguai, Beatriz Argimón, pediu que a população forneça informações sobre os locais onde podem ser encontrados os restos mortais de pessoas desaparecidas durante a ditadura civil-militar (1973-1985).

"Gostaríamos de mais uma vez exortar, solicitar e pedir a qualquer pessoa que tenha conhecimento do possível paradeiro de restos mortais humanos que forneça informações", disse Argimón ao final de um ato de reparação ordenado pelo Tribunal Interamericano de Direitos Humanos.

O evento no Palácio Legislativo de Montevidéu foi aberto ao público e transmitido em ecrãs gigantes.

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