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OMS não recomenda retirada de produtos com adoçante "possívelmente cancerígeno"

 Imagem de um recipiente com um produto que poderá conter o adoçante "possívelmente cancerígeno"
Imagem de um recipiente com um produto que poderá conter o adoçante "possívelmente cancerígeno" Direitos de autor J. David Ake/Copyright 2023 The AP. All rights reserved.
Direitos de autor J. David Ake/Copyright 2023 The AP. All rights reserved.
De  Luis GuitaEuronews com AP
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OMS considera como "possivelmente cancerigeno" um adocante utilizado no fabrico de refrigerantes e outros produtos, mas não recomenda a sua retirada do mercado.

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A Organização Mundial de Saúde não recomenda a retirada de refrigerantes e outros produtos, apesar de considerar que um adoçante utilizado no seu fabrico é "possivelmente cancerígeno" para os seres humanos.

O aspartame é o substituto do açúcar mais utilizado em todo o mundo. Após anos de estudo, a OMS diz agora que continua a considerar o aditivo seguro em quantidades limitadas.

"Definitivamente, a OMS não está a recomendar aos produtores, ou às autoridades, que retirem os produtos do mercado. Mas, considerando o facto de que existem algumas preocupações que foram identificadas por alguns estudos, não de forma consistente, sem clareza suficiente, estamos certamente a aconselhar os consumidores a limitar o consumo de adoçantes," declarou o diretor do Departamento de Nutrição e Segurança Alimentar da OMS, Francesco Branca.

A OMS diz que não há razão para reduzir o limite máximo recomendado de ingestão diária de Aspartame. A decisão surge poucas semanas depois de ter afirmado que os adoçantes sem açúcar não ajudam na perda de peso e podem aumentar o risco de diabetes e doenças cardíacas.

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