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Comité do Património Mundial da UNESCO reune para votar novas classificações

Comité do Património Mundial da UNESCO
Comité do Património Mundial da UNESCO Direitos de autor FAYEZ NURELDINE/AFP or licensors
Direitos de autor FAYEZ NURELDINE/AFP or licensors
De  Euronews com EFE
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Seis sítios poderão ser declarados "em perigo", incluindo várias cidades da Ucrânia, ameaçadas pela guerra.

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Reunido na Arábia Saudita, o Comité do Património Mundial da UNESCO analisa mais de cinquenta propostas de sítios culturais e naturais a preservar.

No encontro de duas semanas, vão ser votadas as propostas de novas classificações, incluindo o alargamento da zona classificada de Guimarães, em Portugal. Seis sítios poderão ser declarados "em perigo", incluindo várias cidades da Ucrânia, ameaçadas pela guerra.

_"O comité já tinha incluído Odessa na lista do Património Mundial em Perigo em janeiro deste ano. E é por isso que nesta reunião vai continuar a ser examinada a situação de Kiev e Lviv",_explicou Lazare Eloundou Assomo, diretor do Património Mundial da UNESCO.

A histórica cidade ucraniana de Lviv tenta proteger os tesouros culturais contra possíveis bombardeamentos russos. Nesta região, 55 sítios estão na lista de observação.

Veneza está em perigo por causa da subida do nível das águas, atribuída às alterações climáticas e ao número excessivo de turistas.

A ameaça das alterações climáticas

Esta segunda-feira, a Diretora-Geral da Unesco apontou alguns dos principais desafios para o futuro: a formação para combater os danos causados pela crise climática nos sítios do Património Mundial e reduzir para metade o número de sítios africanos na Lista do Património Mundial em Perigo até 2029.

"Os nossos relatórios regulares mostram a ameaça existencial que a perturbação climática representa para o nosso património", afirmou Azoulay ao Comité do Património Mundial, na capital saudita, destacando os efeitos das temperaturas elevadas, das inundações devastadoras e da erosão costeira.

Para combater a destruição do património, Azoulay sublinhou a necessidade de "estar mais bem preparado a longo prazo" e anunciou que "até 2025, todos os gestores de sítios do Património Mundial terão recebido formação em estratégias de adaptação climática".

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