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Protestos em Helsínquia pelo encerramento de postos fronteiriços entre a Finlândia e a Rússia

Manifestantes, na maioria de etnica russa, protestaram frente ao parlamento, em Helsínquia, contra o encerramento dos postos fronteiriços entre a Finlândia e a Rússia
Manifestantes, na maioria de etnica russa, protestaram frente ao parlamento, em Helsínquia, contra o encerramento dos postos fronteiriços entre a Finlândia e a Rússia Direitos de autor AP Photo/Сергей Гриц
Direitos de autor AP Photo/Сергей Гриц
De  Euronews
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Helsínquia afirma que se trata de uma "retaliação" do Kremlin pela entrada da Finlândia na NATO, mas Moscovo nega as acusações.

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Várias centenas de russos e cidadãos com dupla nacionalidade reuniram-se em frente ao parlamento finlandês, em Helsínquia, para protestar contra o encerramento dos postos de controlo das fronteiras do sul entre os dois países.

Salientam que apoiam o direito de Helsínquia de defender a segurança, mas estão preocupados com o facto de, mesmo as pessoas que têm o direito legal de entrar e sair da Finlândia, se encontrarem agora numa situação muito complicada, uma vez que os postos de controlo do norte são mais pequenos do que os que foram encerrados e são de muito mais difícil acesso.

Vera Ponamoreva, residente de Helsínquia, afirma: "Sinto que estou, de facto, a ser afastada da minha família. Estou muito preocupada, e eles também têm muito medo. Todos nos lembramos, até eu me lembro, do que foi a Cortina de Ferro, e é muito assustador voltar a isso."

A Finlândia acusa a Rússia de “canalizar” migrantes indocumentados para a fronteira, deixando a passagem sem controlo do lado russo. Helsínquia afirma que se trata de uma "retaliação" do Kremlin pela entrada da Finlândia na NATO. Moscovo nega veementemente as acusações.

Na noite de sexta para sábado, a Finlândia fechou completamente quatro postos de controlo maiores e mais ao sul. Cinco no norte ainda estão abertos, mas os migrantes só podem solicitar asilo em dois deles. Só no sábado, um desses pontos, Vartius, viu chegar 61 migrantes sem documentos. A maior parte dos migrantes são provenientes de países de África e do Médio Oriente.

A fronteira entre a Finlândia e a Rússia estende-se por cerca de 1000 km, desde a densamente habitada costa do Báltico, no sul, até ao norte subártico, onde existem muitas bases e instalações militares russas, em territórios quase desertos.

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