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Israel vai abrir dois corredores de ajuda humanitária em Gaza após aviso dos EUA

Israel vai abrir dois corredores de ajuda humanitária em Gaza após aviso dos EUA
Israel vai abrir dois corredores de ajuda humanitária em Gaza após aviso dos EUA Direitos de autor Mark Schiefelbein/Copyright 2023 The AP. All rights reserved
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De  Euronews
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Depois de Biden alertar o primeiro-ministro israelita para uma possível mudança da política dos EUA em relação a Israel, Netanyahu anunciou que vão ser abertos dois corredores de ajuda humanitária em Gaza.

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O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, alertou o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, na quinta-feira, que a política dos EUA em relação a Israel pode “mudar” se o Estado judeu não tomar "medidas concretas e mensuráveis" para resolver a situação humanitária.

A Casa Branca, que pediu um cessar-fogo imediato após o ataque israelita que matou sete trabalhadores humanitários da ONG World Central Kitchen em Gaza, não deu pormenores sobre a natureza da possível “mudança” de política, segundo as agências internacionais.

Biden e Netanyahu falaram por telefone poucos dias depois do ataque aéreo israelita de segunda-feira, tendo a chamada sido divulgada pela Casa Branca e pela Sky News. O presidente dos EUA “deixou claro que é necessário” implementar medidas para lidar com os danos que têm impacto nas pessoas que estão em Gaza e que essas medidas devem ser “concretas”.

Israel concordou com abertura de corredores de ajuda humanitária

O primeiro-ministro israelita reagiu, entretanto, ao aviso de Joe Biden e prometeu a abertura de dois corredores de ajuda humanitária em Gaza, tanto a partir do porão de Erez como do cruzamento de Keren Shalom.

O Conselho de Segurança Nacional congratulou-se com esta medida, segundo as agências internacionais, mas alertou que esta medida deve ser "implementada de forma rápida e eficaz". 

Dirigentes polacos exigem indemnização a Israel

Centenas de pessoas reuniram-se na cidade de Przemysl, na Polónia, para prestar homenagem ao cidadão polaco Damien Sobol, que está entre as vítimas mortais do ataque de segunda-feira. Os líderes polacos, incluindo o presidente Andrzej Duda e o primeiro-ministro Donald Tusk, exigiram uma investigação transparente e uma compensação por parte de Israel.

Na quinta-feira, o exército israelita disse, de acordo com as agências internacionais, que os resultados da investigação em curso sobre o ataque que matou os trabalhadores humanitários seriam divulgados em breve.

Benjamin Netanyahu confessou, na terça-feira, que o exército israelita matou “sem querer” sete trabalhadores humanitários da ONG World Central Kitchen e explicou que o ataque vai ser alvo de uma investigação “exaustiva”.

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