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Capitais europeias assinalam o quarto aniversário da guerra na Ucrânia

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Milhares de pessoas protestam em solidariedade para com os ucranianos
Milhares de pessoas protestam em solidariedade para com os ucranianos -  Direitos de autor  Andreas Becker/Keystone via AP
Direitos de autor Andreas Becker/Keystone via AP
De Inês dos Santos Cardoso
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Milhares de pessoas saíram às ruas para assinalar o quarto aniversário da invasão russa da Ucrânia. Em Paris, a Torre Eiffel iluminou-se com as cores da bandeira ucraniana.

A Torre Eiffel esteve iluminada, na terça-feira, com as cores da bandeira da Ucrânia, azul e amarelo, para assinalar o quarto aniversário da invasão em grande escala da Rússia.

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Anne Hidalgo, autarca de Paris, prometeu que a capital francesa vai continuar a apoiar a reconstrução da Ucrânia. A Torre Eiffel já esteve iluminada com as cores do país várias vezes desde fevereiro de 2022, altura em que a guerra começou.

"Quatro anos de sofrimento, mas também quatro anos de luta, resiliência e coragem do povo ucraniano. Uma coisa é certa: o mundo conhecerá os ucranianos como lutadores e vencedores", disse o embaixador da Ucrânia em França no evento de homenagem ao país.

Manifestantes reuniram-se na Praça do Castelo, em Varsóvia, tendo agitado bandeiras e segurado cartazes de apoio a Kiev, onde se podiam ler mensagens como "Luta pela liberdade" e "Putin mente sempre! Apoie a Ucrânia".

Já em Belgrado, capital da Sérvia, a polícia foi obrigada a intervir para separar os ativistas de grupos de extrema-direita das restantes pessoas. Apesar de ser contra a invasão russa da Ucrânia, o país recusa-se a aderir às sanções internacionais contra Moscovo.

Milhares de pessoas estiveram, ainda, presentes em Londres, para assinalar os quatro anos da guerra e demonstrar apoio a Kiev. Este é o conflito que causou mais vítimas na Europa desde a Segunda Guerra Mundial.

Moscovo esperava tomar Kiev poucos dias após lançar a invasão em fevereiro de 2022. Mas, quatro anos depois - com centenas de milhares de mortos, milhares de pessoas forçadas a fugir e grande parte do leste da Ucrânia destruído -, a Rússia reconheceu que não alcançou todos os seus objetivos no país.

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