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Estados Unidos: Trump diz que líder do grupo Tren de Aragua foi eliminado

Presidente Donald Trump ouve durante uma cerimónia de assinatura de uma proclamação sobre a indústria da pesca, no Salão Oval da Casa Branca, quinta-feira, 11 de junho de 2026
O Presidente Donald Trump escuta durante cerimónia para assinar proclamação sobre a indústria da pesca, no Salão Oval da Casa Branca, quinta-feira, 11 de junho de 2026 Direitos de autor  Copyright 2025 The Associated Press. All rights reserved.
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De Nathan Rennolds
Publicado a Últimas notícias
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Classificado como organização terrorista estrangeira pelos EUA, o grupo criminoso Tren de Aragua está nessa lista desde fevereiro de 2025

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que as forças norte-americanas realizaram uma operação para eliminar o líder do grupo criminoso Tren de Aragua, que descreveu como "uma das organizações terroristas mais sanguinárias do planeta".

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Numa publicação na rede social Truth Social, Trump declarou que o Comando Sul dos Estados Unidos da América levou a cabo um "ataque cinético rápido e letal" para eliminar Hector Guerrero Flores, líder e cofundador do grupo, também conhecido por Niño Guerrero.

A publicação incluía um vídeo não classificado de curta duração que mostrava um edifício com um telhado verde a explodir.

Pete Hegseth, secretário da Guerra dos EUA, declarou que o ataque ocorreu no início desta semana e teve como alvo um complexo do Tren de Aragua na Venezuela. As forças norte-americanas atuaram "em plena colaboração com as forças de segurança venezuelanas", acrescentou.

O Centro Nacional de Contraterrorismo dos EUA (NCTC) descreve o Tren de Aragua como uma rede transnacional de gangues criminosas com origem na prisão de Tocorón, na Venezuela.

Segundo o mesmo centro, o grupo terá entre 2500 e 5000 membros, estando envolvido em raptos, extorsão, tráfico de pessoas e de droga, bem como em demonstrações públicas de violência.

Desde fevereiro de 2025 que os EUA classificam o grupo como organização terrorista estrangeira.

Em dezembro, Flores foi acusado num tribunal federal de Manhattan de ordenar, dirigir e facilitar atos de terrorismo e de violência nos Estados Unidos. O Departamento de Estado norte-americano ofereceu uma recompensa de até 5 milhões de dólares por informações que levassem à sua detenção.

Num comunicado de imprensa, o procurador norte-americano Jay Clayton qualificou Flores como o "cérebro" por detrás do crescimento do grupo.

"Guerrero Flores geria o Tren de Aragua como um sindicato criminoso multinacional, branqueando dinheiro através de criptomoedas, traficando droga às toneladas, vendendo armas de guerra e orquestrando atos de terror para lá das fronteiras", acrescentou o agente especial da DEA, Louis D’Ambrosio.

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