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BCE mantém taxas de juro e avança com compra de dívida das empresas em junho

BCE mantém taxas de juro e avança com compra de dívida das empresas em junho
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De  Marco Lemos com reuters, bloomberg, BCE, jornal de negócios, económico
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Como esperado, o Banco Central Europeu (BCE) decidiu manter inalteradas as taxas de juro de referência depois de ter reforçado os estímulos em março. Já as compras de dívida de empresas vão avançar em

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Como esperado, o Banco Central Europeu (BCE) decidiu manter inalteradas as taxas de juro de referência depois de ter reforçado os estímulos em março.

Monetary policy decisions: rates unchanged https://t.co/ZxI4DTVxHv

— ECB (@ecb) 21 April 2016

A taxa diretora mantém-se em 0%, a taxa de depósitos em -0,4% e a taxa de juro da facilidade permanente de cedência de liquidez continua a ser de 0,25%.

Já as compras de dívida das empresas vão avançar em junho:

“Se uma empresa possuir um banco, mas a empresa-mãe não for um banco, é elegível (para o programa de compras de dívida). Mas se a empresa-mãe for um banco, não é elegível. O risco é partilhado, totalmente partilhado. A maturidade pode chegar a 30 anos. O limite (para as compras) é de até 70% (da companhia)”, detalhou Mario Draghi.

O presidente do BCE também reagiu às críticas germânicas sobre a política monetária expansionista que o banco central está a levar a cabo, afirmando que “o BCE agirá usando todos os instrumentos à nossa disposição (…) durante o tempo que for necessário”.

The Germans are revolting over ECB policy https://t.co/HYazG4Uyhl

— CNBC (@CNBC) April 21, 2016

Draghi foi mais longe, recordando o BCE tem “um mandato para procurar manter a estabilidade de preços no conjunto da zona euro e não apenas na Alemanha”, acrescentado que o banco central “obedece à lei, não aos políticos”, porque é “independente, conforme está escrito na lei”.

Draghi: The Governing Council was unanimous in defending the independendence of the ECB

— ECB (@ecb) April 21, 2016

Pode ver na integra a conferência de imprensa do BCE, aqui.

Em março, o BCE decidiu reforçar as compras de ativos, que passaram de 60 mil milhões para 80 mil milhões de euros por mês.

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