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Berlinale marcada pela questão dos refugiados

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Este ano, a Berlinale fica marcada pela preocupação em torno dos refugiados. Na inauguração do festival de cinema, estrelas como George Clooney e

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Este ano, a Berlinale fica marcada pela preocupação em torno dos refugiados. Na inauguração do festival de cinema, estrelas como George Clooney e Tilda Swinton chamaram a atenção para a necessidade de ajudar as pessoas que fogem dos conflitos e das crises na Síria, no Afeganistão e no Iraque.

“Na Alemanha há debates e controvérsias em torno dos refugiados. Selecionámos muitos filmes sobre a questão. O tema da Berlinale é o direito à felicidade, o que é algo que também tem a ver com os refugiados”, sublinhou Dieter Kosslick, diretor da Berlinale.

O diretor do evento disse ainda que o cinema “pode trazer a compreensão do outro e a compreensão de outros países, religiões e filosofias”. Kosslick acrescentou que “a compreensão dos povos foi o tema da primeira Berlinale em 1951 e que, infelizmente, este ano, voltamos ao mesmo tema”.

A ajuda aos refugiados dominou igualmente a conferência de imprensa do elenco do último filme dos irmãos Cohen, “Hail Caesar!”.

George Clooney anunciou que iria encontrar-se com Angela Merkel. O ator norte-americano e a mulher, a advogada Amal Alamuddin visitaram vários campos de refugiados.

“Penso que não se fala o suficiente sobre este tema nas notícias, sobretudo no meu país. Infelizmente, estamos num período eleitoral e há muitas coisas que se passam no mundo que não são abordadas. Amanhã tenho um encontro com Angela Merkel para debater essas questões e ver qual a mensagem que devemos passar e o que podemos fazer para ajudar os refugiados”, disse George Clooney.

A questão dos refugiados está bem presente na seleção da Berlinale. O documentário italiano “Fuocoammare” retrata a chegada de migrantes à ilha de Lampedusa, em Itália.

A Berlinale termina a 21 de fevereiro.

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