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Realizadora Julia Ducornau conquista Palma de Ouro

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Uma gaffe do presidente do júri marcou a cerimónia de entrega de prémios do festival de cinema de Cannes. Spike Lee revelou antecipadamente o grande vencedor. A francesa Julia Ducournau conquistou o prémio máximo do certame, com o filme de terror “Titane".

Uma gaffe do presidente do júri marcou a cerimónia de entrega de prémios do festival de cinema de Cannes. Spike Lee revelou antecipadamente o grande vencedor. A francesa Julia Ducournau conquistou o prémio máximo do certame, com o filme de terror “Titane”, que conta a história de uma jovem assassina em série.

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Pela segunda vez na história do festival, uma mulher recebeu a Palma de Ouro. "É verdade que representa um alargamento da paisagem cinematográfica. Acho que é um bom sinal", realça a realizadora Julia Ducornau. 

"Nunca vi um filme como este na minha vida. Já vi muitos filmes, mas este surpreendeu-me. É genialidade e loucura juntos", afirmou o presidente do júri, Spike Lee.

"Acredite ou não, na verdade nem mencionamos que o realizador era uma mulher. Concordámos mais com esse filme e só depois dissemos 'ainda por cima' é uma mulher, o que nos deixa muito felizes", afirma a realizadora Jessica Hausner, que também fez parte do júri. 

A edição deste ano fica também marcada pelo ecletismo, diversidade e dimensão global da lista de prémios, que integra filmes iranianos, israelitas, japoneses, colombianos, australianos e finlandeses, como Compartment Number 6 de Juho Kuosmanen, uma coprodução bastante rara entre a Rússia e vários países europeus.

O filme do realizador finlandês ganhou o Grande Prémio do Júri, ex aequo com “A Hero” do realizador iraniano Asghar Farhadi

"É um encontro entre dois humanos; também é sobre as relações entre a Europa e a Rússia, ou seja, é um país muito estranho. Eles (os russos) são mais do que as ideias predefinidas que temos primeiro quando lá vamos", dizsse o realizador Juho Kuosmanen. 

Ashgar Fahradi mostra-nos um Irão diferente, sem clichés, através da história de Rahim, preso por causa de uma dívida que não conseguiu pagar.

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