A artista canadiana deverá regressar aos palcos já no fim do ano. Céline Dion não faz um concerto completo desde o início da pandemia de 2020.
Depois de uma série de cartazes promocionais espalhados pelas ruas de Paris, com títulos de algumas das suas canções icónicas, a superestrela canadiana Céline Dion está oficialmente de regresso.
A cantora, de 57 anos, deverá voltar aos palcos ainda em 2026, quatro anos depois de lhe ter sido diagnosticada a síndrome da pessoa rígida (Stiff Person Syndrome, SPS).
Segundo o jornal franco-canadiano La Presse, a cantora estará a preparar uma residência, com dois concertos por semana, em setembro e outubro, na Paris La Défense Arena.
A última vez que foi cabeça de cartaz num espetáculo foi em Newark, no estado de Nova Jérsia, a 8 de março de 2020. A digressão Courage World Tour foi depois interrompida com o início da pandemia de Covid-19.
A artista ainda não comentou as notícias de forma oficial.
Em 2022, Céline Dion recebeu o diagnóstico da síndrome de pesso rígida, uma doença neurológica rara e incurável que afeta gravemente a mobilidade e a capacidade de cantar. No ano seguinte, cancelou as datas que restavam da digressão.
Num comunicado na altura, a artista confirmou que estava a trabalhar "para recuperar forças, mas andar em digressão pode ser muito difícil, mesmo quando se está a 100%”.
A luta da artista contra a doença foi retratada no documentário de 2024 I Am: Céline Dion.
Em 2024, fez uma rara aparição na cerimónia dos Grammy, onde foi aplaudida de pé.
Nesse mesmo ano, regressou ao palco nos Jogos Olímpicos de Paris, cantando “Hymne à l'Amour”, de Edith Piaf, a partir da Torre Eiffel.