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Céline Dion regressa aos palcos quatro anos após diagnóstico de síndrome de pessoa rígida

Céline Dion regressa aos palcos quatro anos após diagnóstico de síndrome da pessoa rígida
Céline Dion regressa aos palcos quatro anos após diagnóstico de síndrome da pessoa rígida Direitos de autor  AP Photo
Direitos de autor AP Photo
De David Mouriquand
Publicado a Últimas notícias
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A artista canadiana deverá regressar aos palcos já no fim do ano. Céline Dion não faz um concerto completo desde o início da pandemia de 2020.

Depois de uma série de cartazes promocionais espalhados pelas ruas de Paris, com títulos de algumas das suas canções icónicas, a superestrela canadiana Céline Dion está oficialmente de regresso.

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A cantora, de 57 anos, deverá voltar aos palcos ainda em 2026, quatro anos depois de lhe ter sido diagnosticada a síndrome da pessoa rígida (Stiff Person Syndrome, SPS).

Segundo o jornal franco-canadiano La Presse, a cantora estará a preparar uma residência, com dois concertos por semana, em setembro e outubro, na Paris La Défense Arena.

A última vez que foi cabeça de cartaz num espetáculo foi em Newark, no estado de Nova Jérsia, a 8 de março de 2020. A digressão Courage World Tour foi depois interrompida com o início da pandemia de Covid-19.

A artista ainda não comentou as notícias de forma oficial.

Em 2022, Céline Dion recebeu o diagnóstico da síndrome de pesso rígida, uma doença neurológica rara e incurável que afeta gravemente a mobilidade e a capacidade de cantar. No ano seguinte, cancelou as datas que restavam da digressão.

Num comunicado na altura, a artista confirmou que estava a trabalhar "para recuperar forças, mas andar em digressão pode ser muito difícil, mesmo quando se está a 100%”.

A luta da artista contra a doença foi retratada no documentário de 2024 I Am: Céline Dion.

Celine Dion apresenta o prémio de Álbum do Ano durante a 66.ª edição anual dos Grammy - domingo, 4 de fevereiro de 2024
Celine Dion apresenta o prémio de Álbum do Ano durante a 66.ª edição anual dos Grammy - domingo, 4 de fevereiro de 2024 AP Photo

Em 2024, fez uma rara aparição na cerimónia dos Grammy, onde foi aplaudida de pé.

Nesse mesmo ano, regressou ao palco nos Jogos Olímpicos de Paris, cantando “Hymne à l'Amour”, de Edith Piaf, a partir da Torre Eiffel.

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