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Ex-vocalista dos Spandau Ballet Ross Davidson condenado a 14 anos por violação e abuso sexual

Ross Davidson, ex-vocalista dos Spandau Ballet, condenado a 14 anos de prisão por violação e agressão sexual
Ross Davidson, ex-vocalista dos Spandau Ballet, condenado a 14 anos de prisão por violação e agressão sexual Direitos de autor  Met Police
Direitos de autor Met Police
De David Mouriquand
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Um antigo vocalista dos Spandau Ballet foi considerado culpado de múltiplas violações e agressões sexuais, tendo sido condenado a 14 anos de prisão.

O antigo vocalista dos Spandau Ballet Ross Davidson foi condenado a 14 anos de prisão por violação e agressão sexual.

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Davidson, de 38 anos, atuou com a famosa banda britânica de New wave em 2018 e integrou o musical do West End inspirado nos Queen, We Will Rock You.

Foi inicialmente condenado por violação, agressões sexuais e voyeurismo envolvendo quatro mulheres, após um julgamento no verão de 2024. Declarou-se culpado de uma acusação de voyeurismo, mas inocente de todas as acusações de violação, tentativa de violação e agressão sexual.

No início deste ano, Davidson voltou a comparecer em tribunal, acusado da violação de uma mulher em Londres, em março de 2015, e da tentativa de violação e agressão sexual de outra mulher na Tailândia, em dezembro de 2019. Voltou a declarar-se inocente.

Ontem, os jurados no Tribunal da Coroa de Wood Green, em Londres, consideraram-no culpado de todas as acusações. Foi condenado a 14 anos de prisão.

O procurador Richard Hearnden disse em tribunal que Davidson era um predador que “recorre à violação e à agressão sexual se não obtiver aquilo que pensa merecer”.

Julie Currie, gestora do programa Victim Navigator na Justice & Care, divulgou uma declaração após a decisão.

“As sobreviventes de violência sexual enfrentam enormes obstáculos quando procuram justiça, desde o medo e a intimidação até prolongados atrasos nos tribunais”, lia-se no comentário. “Esta condenação é uma prova da coragem das sobreviventes e da importância de um apoio especializado, informado pelo trauma, que dá prioridade à segurança, à escolha e à dignidade em todas as fases do processo judicial.”

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