A história de Olivia Mandle: criança, inventora e ativista ambiental

A história de Olivia Mandle: criança, inventora e ativista ambiental
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De  Cyril FournerisElza Gonçalves
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Olivia Mandle ainda era uma criança quando inventou um dispositivo para combater os microplásticos no mar.

A ativista ambiental Olivia Mandle tinha apenas 12 anos quando inventou o Jelly Cleaner.

“Em 2019, aos 12 anos, decidi começar o meu ativismo e decidi ser uma dessas pessoas que lutam pelo planeta e por todos aqueles que o habitam”, disse à euronews Olivia Mandle.

Embaixadora do Pacto Europeu para o clima

A jovem embaixadora do Pacto Europeu para o Clima tem hoje 16 anos e está presente nas redes sociais, visita escolas e dá conferências para mobilizar os jovens para a proteção do clima.

"É a nossa única casa. Estão a tentar encontrar vida noutros planetas, mas não precisamos de nos concentrar nisso. Precisamos de nos concentrar nas soluções para salvar este planeta", frisou Olivia Mandle.

É preciso fazer algo "perante esse medo"

“É verdade que, quando estamos perante uma emergência climática, não sabemos o que vai acontecer no futuro. O medo é uma emoção humana que nos lembra que temos algo pelo qual vale a pena lutar. O que não está bem é não fazer nada perante esse medo", sublinhou a jovem ativista.

Francisco Vera defende a "eco-esperança" ativa

O jovem ativista comlombiano Francisco Vera fundou o movimento Guardianes por la Vida, quando ainda era criança.

"Se a tua casa estiver a arder, o que é que fazes? Não devemos fugir, devemos enfrentar o fogo. Estamos a chegar a um ponto de não retorno em que o clima, os ecossistemas e a saúde do planeta estão a piorar. Quando vi tudo isto, decidi agir. Penso que há uma grande motivação na própria terra e na sua beleza", disse à euronews o jovem ativista colombiano.

Para Francisco Vera, o mais importante é agir para desencadear mudanças.

"O que é que acontece quando alguém está deprimido? O que é que os médicos recomendam? Ir para a rua e correr, mexer-se. É isso que temos de fazer: sair para correr e mexermo-nos. Muitas vezes as pessoas têm esperança mas não tomam medidas para que as coisas aconteçam. Convido as pessoas a ter esperança, mas em ação", disse Francisco Vera.

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