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Chipre: Diplomacia grega nega ter abandonado negociações com turcos

Chipre: Diplomacia grega nega ter abandonado negociações com turcos
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Culpas e desculpas foram dadas por cipriotas, turcos e gregos depois da Conferência de Genebra sobre a ilha de Chipre.

Culpas e desculpas foram dadas por cipriotas, turcos e gregos depois da Conferência de Genebra sobre a ilha de Chipre. Não houve acordo. O ministro turco dos Negócios Estrangeiros em cartas enviadas ao secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, explicou que as duas fações consideram “inaceitável” o traçado da nova fronteira.

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Do lado de Ancara, acusa-se ainda o ministro dos Negócios Estrangeiros de Atenas de abandonar as negociações enquanto os gregos e os cipriotas gregos garantem que não é verdade. Nikos Kotzias, o ministro acusado, esteve esta segunda-feira em Bruxelas e em entrevista à Euronews apresentou então a versão pessoal dos factos. E sublinhou que as negociações vão continuar.

“Garantias, intervenção e presença militar é a questão central de Chipre. O governo grego quer uma solução para este caso e isso significa o máximo de direitos para os cipriotas turcos e o máximo de sentimento de segurança para os cipriotas gregos. Ou seja, as tropas turcas têm de partir. Muitos não gosta disso e é por isso que sempre que há um encontro sobre Chipre acusam-me de insistir nesta questão, mas este é um ponto fundamental para o governo grego e dos cipriotas gregos. Mas não é só o lado turco a fazer esta acusação, há outros protagonistas internacionais que consideram boa a ocupação de Chipre porque têm os mesmos interesses que os turcos”, garantiu Nikos Kotzias.

O presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, afirmou que a retirada total das forças turcas “está fora de questão”. O chefe da diplomacia grega responde:
“vai perceber-se se há vontade para encontrar uma solução quando a questão principal do problema for discutida. E se alguém não quiser encontrar uma solução, pode fazer com que as negociações não atinjam esse ponto para não ter de mostrar as verdadeiras intenções. Vamos chegar a esse ponto e a Turquia vai ter de mostrar quais são as verdadeiras intenções. Se quer encontrar uma solução, como nós queremos ou se quer mascarar com a lei ações ilegais”

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